Descrição
Na educação familiar recebida, desde os 7 anos de idade, por familiares adotivos, na Escola Estadual Arthur Araújo – bairro Nossa Senhora das Graças (Manaus, AM) foi uma das alunas mais atuantes em projetos educacionais. A participação ativa em movimentos estudantis e ensaios folclóricos, na quadra do bairro Beco do Macedo, e mais adiante o contato com profissionais artísticos culturais, oportunizara aquela que mais tarde se tornaria mestra em dança do ventre. Maíse Regina da Silva Ribeiro, em dias atuais, é empresária de dança folclórica e internacional; atuante em atividades artísticas culturais, desde os tempos de mocidade, acumula troféus nas categorias regional, nacional e internacional. Por cerca de 10 anos participou de grupos de danças em festivais tradicionais, tanto fora quanto dentro do Amazonas.
Em meados do século XX, conseguiu ecoar seu nome no ramo da dança para além do país brasileiro, tornando-se uma das profissionais mais influentes na dança do ventre manauara. Festas de casamentos, bodas, aniversários árabes, festivais regionais e internacionais de dança ocuparam seus dias e noites. Seu próprio grupo de dança – um grupo composto apenas por mulheres – foi nomeado, inicialmente, por “Companhia de Dança do Ventre Egípcias Tura, e mais tarde, “Cia Belly Dance Jungle”. Há 3 décadas montou a Escola de dança “Casa de Ísis” e o festival de dança “Belly Dance Jungle”, que no ano de 2021 completou a 14ª edição. Por todo esse tempo viajou, conheceu países, pessoas e culturas. Levou uma vida bastante ativa e, ainda planejou, pós-pandemia COVID-19, concluir sua Graduação em Psicologia. Dividiu-se entre a Casa de Ísis, os estudos e a vida pessoal; assessorou, organizou, criou e recriou; projetou, colocou em prática, rabiscou, apagou, rasurou. Reiniciou. Reorganizou.
Aos 53 anos de idade, Maíse foi uma das escolhidas para o projeto Biografias Colaborativas que atravessou o chão manauara em busca de histórias protagonizadas por mulheres empreendedoras. Maíse Ribeiro: no contorno dos elementos da natureza é uma dessas histórias.
Sobre a autora Joely Coelho Santiago é natural do município de Guajará-Mirim (RO). Mulher Preta, com suas origens ligadas aos remanescentes de quilombolas de Pedras Negras, no Vale do Guaporé (RO), fronteira Brasil/Bolívia; Professora de Língua portuguesa e História, pesquisadora em comunidades indígenas e comunidades remanescentes de quilombos do Estado de Rondônia. Escreve desde a adolescência, quando encontrou, nos textos literários, um acalento para o falecimento da sua mãe, aos 44 anos de idade, ocorrido no ano de 2003. Parte de seus escritos literários estão publicados em coletâneas locais e nacionais. Em 2020, conquistou a 1ª classificação no I Concurso Literário de Contos – IFRO/UNEMAT.




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