Descrição
Michelle Farias Leite é uma manauara que faz passear o ar da sua graça pela Paris dos Trópicos há trinta e cincos, até o momento de publicação desta biografia. Ela é, entre muitas outras coisas, mãe de três filhos, chef e empreendedora. Sua história, assim como a de muitas mulheres à frente de seus próprios negócios, é repleta de momentos desafiadores, como o falecimento de sua mãe e traumas da infância. Única mulher entre três irmãos, entendeu logo que a vida lhe imporia alguns muros, mas foi também assim, encarregada dos afazeres domésticos, que aprendeu a cozinhar cedo. Toda essa bagagem estaria, mais tarde, presente na base do Michelle Leite – Amazônico Buffet, tornando-a uma empresa promissora. Foi a sua força frente aos consecutivos entraves que a fizeram ser escolhida para participar da segunda edição do Projeto Biografias Colaborativas, tendo parte de sua história contada neste livro. As narrativas destas páginas representam o desejo de compartilhar, principalmente com outras mulheres, que é possível passar pelo fogo e sair ainda mais resistente do que entrou.
Sobre a autora Carla Medeiros é manauara e estudiosa de Literatura, em especial da obra de Violeta Branca, sua conterrânea. Com a qual também compartilha de “uma sensibilidade de punhal”, fio autoral expresso em seus contos e outros escritos. Destacam-se “Eu Prefiro Chorar Sozinha” e “Julia na varanda” publicados pelo Projeto “Te conto em contos”. Além de “O Rio Sou Eu”, parte da coletânea “Prelúdios”. Durante o ano de 2021, dedicouse à defesa de sua dissertação de mestrado, “Ritmos de Inquieta Alegria: A Voz Erótica Feminina em Violeta Branca”, à criação desta biografia e às implicações de se tornar continuamente mulher, mãe e brasileira, durante uma pandemia.





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